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Livro Vulgo Grace - Resenha

13/11/2018 - Taíla Quadros
#Editora Rocco #história real #livro #Margaret Atwood #mulheres #Netflix #opinião #resenha

Sobre a obra:


SINOPSE: Assassina ou cúmplice? Demônio ou vítima frágil e involuntária? Intriga, mistério e sobrenatural permeiam a história de um crime no século XIX, cuja protagonista enternece e surpreende, ludibria e fascina, envolvendo o leitor num enigma desafiador.

 

Saiba mais:


“Ao chegar em casa após dois dias fora, o fazendeiro Thomas Kinnear estranhou a ausência de sua governanta Hannah Nancy Montgomery. Naquele mesmo dia, 30 de julho de 1843, ele foi assassinado com um tiro à queima-roupa, dado com uma arma de cano duplo. Montgomery fora morta algumas horas antes, com uma machadada na parte de trás da cabeça, ao ser estrangulada.

 

Os corpos foram escondidos no porão da casa; o de Montgomery foi desmembrado e colocado sob uma grande banheira. Todos os itens de valor com os dois foram levados, assim como vários outros da casa. No dia seguinte, os corpos foram descobertos — e os culpados também: James McDermott, 20, e Grace Marks, 16, ambos empregados de Kinnear, estavam em fuga para os Estados Unidos. A imprensa dizia que eles eram amantes.

 

Embora os dois tenham sido condenados à morte em julgamento, apenas o rapaz foi enforcado. O crime, ocorrido no município de Vaughan, no então chamado Canadá Superior — hoje a região é conhecida como o estado de Ontário —, continua a instigar curiosidade. Não se sabe exatamente o papel que Marks teve nos assassinatos, mas é certo que ela participou deles. A garota foi sentenciada à prisão perpétua. Por que o júri a permitiu viver? Ela matou ou não matou o patrão e a governanta?”
 

Fonte: Huffpost Brasil 

 

Minhas impressões:


Novamente eu assisti primeiro a série na Netflix, depois de ficar sabendo que era baseada em uma história real (como não ficar curiosa?), e depois o livro. Quando vi quem era a autora, não tive dúvidas de que esse livro tinha que estar na minha lista.

 

Pois bem, para quem não conhece a história e leu ali em cima sobre o que se trata o enredo inicial. No livro, Grace conta a sua história para o médico dr. Simon Jordan que tenta entender qual o grau de culpa de Grace, se ela possui algum transtorno mental, pois diz de não se lembrar de muitos acontecimentos do dia dos assassinatos, ou se está apenas dissimulando.

 

A história em si é bem intrigante e em alguns momentos parece flertar com o sobrenatural. É incrível como essa história realmente aconteceu e como isso mexe com a nossa cabeça até hoje. Vou deixar para discutirmos as conclusões a que cada um chegou, pois nada é tão óbvio assim quanto parece e nada como um livro inteligente para nos instigar a exercitar os pensamentos.

 

Margaret me conquista a cada livro. E, para quem ainda não leu a resenha de O conto da aia, clica aqui e aproveita essa dica também.

 

Sobre a autora:


Margaret Eleanor Atwood OC, OrdOnt, SRC (Ottawa, 18 de novembro de 1939) é uma escritora canadense que atua como romancista, poetisa, contista, ensaísta e crítica literária. É reconhecida com inúmeros prêmios literários internacionais importantes. Recebeu a Ordem do Canadá, a mais alta distinção em seu país. Em 2001, ela foi incluída na calçada da Canada's Walk of Fame de Toronto. Muitos de seus poemas foram inspirados por contos de fadas europeus e mitologias euroasiáticas.

 

Site oficial da autora, clique aqui.

 

Vulgo Grace - Margaret Atwood - 495 páginas - Editora Rocco

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