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Resenha sobre o livro A Torre Negra – O pistoleiro

26/05/2020 - Taíla Quadros
#filme #livro #O Pistoleiro #resenha #Stephen King #Suma de Letras

Sobre a obra:

 

Sinopse:

 

Roland Deschain é o último dos pistoleiros de seu mundo. Seu objetivo é a busca obstinada pela Torre Negra, dita como o eixo de todo o tempo e espaço. Acreditando que um mago, apelidado de "Homem de Preto", possui indicações para seu destino, o pistoleiro o persegue deserto afora. Pelo caminho, Roland passa por inúmeros perigos e conhece Jake, um menino que foi transportado para o mundo de Roland depois de morrer na Nova York de 1977. O livro conclui com o Homem de Preto sendo alcançado e revelando fatos importantes sobre o destino de Roland e sua busca, tirando a sorte do pistoleiro através de cartas de tarô. São revelados: O Enforcado, O Marinheiro, O Prisioneiro, a Dama das Sombras e A Morte, A Torre, e a sétima carta, A Vida. É sobre a profecia dessas cartas que o próximo volume da saga se baseia, enquanto Roland progride em sua jornada.

 

Minhas impressões:

 

Então, posso falar a verdade verdadeira?

 

Acho que li Stephen King errado. Porque, gente, não é possível. A expectativa que eu tinha com esse livro era bem alta. Há muito tempo quero ler uma obra do autor e ainda não tinha caído nenhuma nas minhas mãos para me fazer começar. Um dos motivos é porque muitas das obras mais populares são de terror e suspense e essa não é muito a minha vibe (ainda não assisti Iluminado, acreditem).

 

Todo mundo fala bem dessa saga e eu peguei emprestado de um amigo que tinha pego emprestado de outro amigo (agora você sabe porque é perigoso emprestar livros e porque nem sempre eles voltam. Depois da quarentena eu juro que devolvo!).

 

Enfim, resumindo bem resumidinha a minha resenha e sendo bem sincera, acho que não entendi muito bem a história. Ou entendi e não consegui me conectar de verdade.

 

Tem a criança, tem o pistoleiro, tem o homem de preto e tem morte e um mundo paralelo. Eu realmente fiquei envolvida com a história e agoniada com essa perseguição sem fim e querendo muito saber onde tudo isso ia dar, porém não sei o que perdi no caminho, e não quero dar spoilers para quem ainda não leu, mas gente. O que aconteceu ali? Que final foi aquele?

 

Penso que é uma história muito mais psicológica do que uma aventura propriamente dita. E isso me prendeu muito mesmo, mas de alguma forma eu me perdi no caminho, acho que a falta de respostas me deixou mais irritada do que curiosa. Eu quero saber o que acontece nos próximos livros e acredito que isso vai deixar as coisas muito mais interessantes do que acabei de ler, mas sabe quando a empolgação de ir atrás da sequência não é tão grande assim? Pois bem, foi o que senti.

 

Sei que a obra foi adaptada para o cinema e as críticas não foram muito positivas também. Eu acabei não assistindo também na época, pois queria ler o livro antes, mas depois de ter me perdido toda, não sei se o filme não vai atrapalhar ainda mais a minha percepção.

 

Para quem ainda não assistiu o filme, aqui vai o trailer. Para mim ele foi mais explicativo do que toda a obra. Desculpem aí, galera.

 

 

Se fiquei curiosa para ler outras obras do autor? Com certeza.

 

Se quero continuar essa saga? Tenho minhas dúvidas.

 

Você aí que é fã dessa sega, me ajuda a continuar? Que dicas tem para me incentivar nessa leitura aí?

 

Deixa o teu parecer aqui nos comentários.

 

Sobre o autor:

 

Stephen Edwin King nasceu em Portland, Maine em 1947.

 

Stephen estudou na escola secundária de Durham e depois na Lisbon Falls High School, formando-se em 1966. Desde o segundo ano na Universidade do Maine em Orono, ele escrevia uma coluna semanal para o jornal da escola, THE MAINE CAMPUS. Ele também era ativo na política estudantil, servindo como membro do Senado Estudantil.

 

Ele e Tabitha Spruce se casaram em janeiro de 1971. Ele conheceu Tabitha nas estantes da Biblioteca Fogler da Universidade de Maine em Orono, onde ambos trabalhavam como estudantes. Como Stephen não conseguiu encontrar um emprego como professor imediatamente, os Kings viviam de seus ganhos como operário em uma lavanderia industrial, e de seu empréstimo e economia de estudante, com um impulso ocasional de uma venda de contos para revistas masculinas.

 

Stephen fez sua primeira venda profissional de contos ("The Glass Floor") para Startling Mystery Stories em 1967. Nos primeiros anos de seu casamento, ele continuou a vender histórias para revistas masculinas. Muitos desses foram posteriormente reunidos na coleção Turno da Noite ou apareceram em outras antologias.

 

No outono de 1971, Stephen começou a dar aulas de inglês no ensino médio na Hampden Academy, a escola pública de Hampden, Maine. Escrevendo à noite e nos fins de semana, ele continuava a produzir contos e a trabalhar em romances.

 

Na primavera de 1973, a Doubleday & Co. aceitou o romance Carrie para publicação. No dia das mães daquele ano, Stephen aprendeu com seu novo editor em Doubleday, Bill Thompson, que uma grande venda de brochura lhe daria os meios para deixar o ensino e escrever em tempo integral.

 

Ele colocou parte de sua experiência dramática na sociedade da faculdade em fazer participações especiais em várias das adaptações cinematográficas de seus trabalhos, além de ter participado de um filme de George Romero, Knightriders. Joe Hill King também apareceu em Creepshow, lançado em 1982. Stephen fez sua estréia na direção, além de escrever o roteiro, para o filme Maximum Overdrive (uma adaptação de seu conto "Trucks") em 1985.

 

Stephen e Tabitha fornecem bolsas de estudo para estudantes locais do ensino médio e contribuem para muitas outras instituições de caridade locais e nacionais.Stephen recebeu 2003 a Medalha da National Book Foundation por Contribuição Distinta às Letras Americanas e a Medalha Nacional de Artes de 2014.

Originalmente escrito por Tabitha King, atualizado por Marsha DeFilippo.

 

Fonte: site oficial 

 

A Torre Negra – O pistoleiro - Stephen King – 221 páginas – Editora Suma de Letras

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